terça-feira, 31 de julho de 2012

sábado, 28 de julho de 2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

domingo, 15 de julho de 2012

Ted

Título original:
Ted
De:
Seth McFarlane
Com:
Mark Wahlberg, Mila Kunis, Seth MacFarlane
Género:
Comédia
Outros dados:
EUA, 2012, Cores
Aos oito anos, John Bennett (Mark Wahlberg) tem apenas um único amigo: Ted (voz de Seth MacFarlanez), o seu ursinho de peluche. Uma noite, o seu desejo ardente de dar vida a Ted concretiza-se e eles torna-se companheiros de todas as aventuras. Assim, os anos vão passando e eles crescendo lado a lado, dividindo alegrias, tristezas e o apartamento. Porém, aquela amizade quase perfeita tem um grande entrave: Lori (Mila Kunis), a namorada de longa data de John, que considera Ted, e os seus modos bruscos, um entrave ao bom funcionamento da sua relação. E é assim que parece ter chegado o momento de Ted assumir a sua independência e viver a sua própria vida.
Uma comédia escrita e realizada por Seth MacFarlane, o criador da célebre série de animação Family Guy. PÚBLICO

sábado, 14 de julho de 2012

Catastroika (legendas em português)

Cavalos em fuga

Em Cavalos em Fuga, Mishima não esconde a sua fixação na honra dos antigos samurais, símbolo da entrega e da devoção ao Imperador . O uso do Iai ( sabre Japonês) reflecte assim a Via ( DO) dessa entrega. Quioaqui reaparece na figura de um jovem patriota “Issau” que prepara o renascer do Japão através de um acto heróico inspirado na Liga do Vento Divino, que após o acto de pura entrega ao Imperador, pretende praticar o Sepuku ( morte ritual , abrindo o ventre com sabre ou punhal).
Vive-se , (sente-se) toda a atmosfera “do Ultimo samurai” e da história de Kasumoto .
Conhecendo-se o fim de Mishima ( praticou o Sepuku, depois de um discurso patriótico), é com admiração que se lê todo este envolvimento do autor na personagem de Issau. Este segundo acto da tetralogia “O mar da felicidade”, é um texto mais pesado, mais reflectido, na procura da pureza do espírito que o primeiro. Só nos últimos capítulos há ritmo, até lá parece que as personagens vão lentamente tomando forma e destino, sempre com um interlocutor presente, Honda, amigo intimo de Quioaqui, e que o reconhece em Issau. Também aqui, há uma história de amor e de sacrifício, mas desta vez o patamar do sacrifício eleva-se ao serviço do Imperador, em detrimento da entrega ao amor passional sentido por Issau. Mishima, numa curta frase , numa conversa entre Issau e o Pai ( tutor de Quioaqui) expressa o desejo de ser mulher ( tal como reencarnará do terceiro volume - O Templo da Aurora).

Retirei este curto texto de uma carta escrita por Honda a Issau,
(...)
“Não sou adepto das novidades do cristianismo, nem critico o zelo pelo passado ou a pouca largueza de ideias dos homens da Liga. No entanto, se queremos aprender com a História, não devemos concentrar-nos apenas num único aspecto de uma época, mas sim fazer uma meticulosa investigação dos muitos factores complexos e mutuamente contraditórios que fizeram dessa época o que ela era. Temos de pegar nesse aspecto único e colocá-lo no contexto correcto. Devemos avaliar os vários elementos que lhe conferiram características especiais. Assim, temos de olhar para a História de uma perspectiva que nos ofereça uma visão ampla e equilibrada.
Isto, creio, é o que significa aprender-se com a História. Pois a opinião de qualquer homem sobre a sua época é limitada, e ele tem grande dificuldade em tentar formar uma imagem compreensiva do seu tempo. Portanto, precisamente por isto, a imagem compreensiva dada pela História fornece informação e constitui um modelo pelo qual podemos guiar-nos.
Um homem que vive confinado pelas limitações do dia-a-dia, consegue, graças à visão ampla proporcionada pela História que transcende o tempo, uma imagem compreensiva do seu mundo e assim corrigir o seu estreito ponto de vista das coisas.
É este o agradável privilégio que a História oferece aos homens.
Aprender com a História nunca devia significar concentrarmo-nos sobre um aspecto particular de uma determinada época e usá-lo como modelo para reformar um dado aspecto presente. Tirar do quebra-cabeças do passado uma peça uma determinada forma e tentar encaixá-la no presente não é coisa que possa dar bons resultados. Fazê-lo é tentar brincar com a História, como se fosse um passatempo próprio para crianças. Temos de perceber que, por mais que se assemelhem, o idealismo de ontem e o idealismo de hoje têm condições históricas diferentes. Se quisermos procurar uma determinação tão pura, devemos procurá-la numa «ideologia diametralmente oposta» dos nossos dias, que exista sob as mesmas condições históricas. Uma atitude modesta deste tipo adequa-seao «eu dos nossos dias», caracteristicamente limitado. Assim, podemos finalmente considerar esta pureza de ideal um problema histórico e fazer deste «motivo humano» que transcende a História o nosso objecto de estudo. Então, as condições históricas comuns à época tornam-se apenas factores constantes da equação. “
(...)
Segue-se o terveiro volume - O Templo da Aurora

Os Donos de Portugal

http://www.publico.pt/Media/rtp-mostra-a-teia-politica-e-economica-dos-donos-de-portugal-1543370

quarta-feira, 4 de julho de 2012

No espaço de Kubrick

http://ipsilon.publico.pt/artes/texto.aspx?id=307006

Bertrand Russell

escreve em "A History of Western Philosophy":

Apesar de Nietzsche criticar os românticos, a sua atitude é fortemente determinada por eles; é o ponto de vista do anarquismo aristocrático que Byron também representara, de modo que não é surpreendente que Nietzsche seja um grande admirador de Byron. Ele tenta unir duas categorias de valores que dificilmente se relacionam: por um lado ele ama a crueldade, a guerra e o orgulho aristocrático e, por outro, a filosofia, a literatura, arte e antes de tudo a música.

domingo, 1 de julho de 2012

O Moinho e a Cruz

Título original:
The Mill and the Cross
De:
Lech Majewski
Com:
Rutger Hauer, Michael York, Charlotte Rampling
Género:
Drama
Classificação:
M/12
Outros dados:
SUE/POL, 2011, Cores, 92 min.
Em 1564, Peter Bruegel (1525-1569) pintou "A Procissão e o Calvário", uma representação a óleo em tela com mais de 500 personagens, sob o tema da crucificação de Jesus e as perseguições religiosas em Flandres. Em 1996, mais de 400 anos depois, esse quadro deu origem à monografia "The Mill and the Cross", uma análise exaustiva à obra de Bruegel pelo reconhecido crítico de arte Michael Francis Gibson. Em 2011, o cineasta polaco Lech Majewski, inspirado por ambas as obras e utilizando cenários pintados conjuntamente com as mais recentes técnicas digitais, transporta para o grande ecrã a história de 12 daqueles personagens, num ambiente estilizado como se de um quadro a óleo se tratasse.
Com argumento do realizador Lech Majewski e do académico Michael Francis Gibson, o filme conta com a participação dos actores Rutger Hauer, Michael York e Charlotte Rampling.