tinha dado mais uma foda na mulher e saiu para ir ao café. gostava de dar fodas na mulher, mas só fodas e nada mais. não havia cá sentimentos nem nada dessas paneleirices. era puramente fisico e nada mais. quando pensava na mulher imaginava um largo recepiente de esperma de pernas abertas. com uma cona para lhe dar prazer e fazer passar o tempo. falava de mulheres e dizia sempre a palavra "cona" ou "puta" que eram sinónimos que tinha aprendido com o seu pai. ele simplesmente continuava a herança familiar.
lembrava-se do seu pai como aquele monstro que chegava bebado e batia na mãe. instalava-se em frente à televisão, com um bafo a vinho barato, e lá ficava até dormir ou ir bater novamente na mulher.
chegou ao café e pediu uma mini. sentou-se em frente à televisão e viu um concurso que dava carros e casas.
ao seu lado estava uma velha que pedia um café numa chavena fria. a sua pele engelhada mais parecia o escamar duma cobra aquando da muda de pele. meteu-lhe nojo aquilo. começou a sentir cólicas no estomago e a suar. já nem conseguia beber. correu para a casa de banho e vomitou. enquanto vomitava recordou-se de toda a sua vida. agarrado ao estomago tentava sobreviver à orgia de coisas que lhe saiam pela boca.
quando saiu a velha perguntou-lhe se ele estava bem. respondeu que nunca se tinha sentido melhor e foi dar mais uma foda.
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