Costumava estar na biblioteca a observar os outros. Sentia uma enorme calma a ver os outros calados. Era diferente do que estava habituada, da casa dos pais onde o pai espancava a mãe por pura diversão.
Na biblioteca tinha que estar concentrada no trabalho mas sempre de olho nas suas potenciais vitimas. Quando avistava uma pensava sempre no como a iria fazer sofrer. Iria utilizar uma pistola para a obrigar a ir a um sitio escuro onde depois usava uma faca para a abrir ao meio. Depois iria gritar para os seus pulmões para, por fim, esventrar o seu coração. Para saber o que se passava dentro desse orgão.
Mas acabava sempre por o não fazer pois o que ela queria saber mesmo era o que se passava no coração de cada um e não era abrindo alguém que iria saber.
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