sexta-feira, 22 de maio de 2009

rape me

sandra passava o dia a trabalhar e chegava tarde a casa era o que se chamava uma profissional a tempo inteiro. normalmente estava num escritório a dar conselhos a homens ricos para ficarem ainda mais ricos. devassamente ricos alguns pensariam. mas sandra não via as coisas dessa maneira achava que quem tem dinheiro tem a obrigação de fazer mais dinheiro. nem que fosse para comprar um carro melhor ou para dar sentido à vida. tanto faz.

um dia saiu mais cedo do escritório e telefonou ao seu pai.
olá
olá, tudo bem?
olha podes passar na minha casa? sai mais cedo e assim dava-te o livro
não sei se posso ficar muito tempo mas passo lá às 19
ok tchau
beijo

chegou a casa e sentou-se no sofá. a espera deixava-a ansiosa e não o conseguia esconder. as suas mãos tremiam enquanto as apertava contra o peito. tocaram à porta. era seu pai.
olá

guilherme agarrou-a e deu-lhe um longo beijo. arrastaram-se para o quarto e, desafogadamente, tiraram a roupa um do outro. ele passou os lábios pelos orificios mais recondidos de sandra e ela não se parecia importar. o impulso de dois corpos em pleno prazer carnal e incestual.

és tão parecida com a tua mãe

agarrou-a pelos cabelos e, naquele momento, sentiu que tinha rejuvenescido 20 anos.
guilherme segredou o que os amantes costumam dizer.

amo-te

sandra levantou-se imediatamente.

não digas isso. um pai nunca devia dizer isso a uma filha
mas nós somos mais que pai e filha, somos amantes
não, não digas isso

e saiu de casa a correr enquanto lágrimas caiam pelo seu rosto. entrou no carro e conduziu como uma louca sem respeitar regras de qualquer esspécie. a culpa não lhe saia da cabeça e só pensava em fugir. fugir de si própria e da suja realidade que era a sua vida.
passou um sinal vermelho e, nesse preciso momento, alguém ia a passar a passadeira...

minutos depois chegou a policia. sandra foi presa. no tribunal alegou que, em casa, tinha sido violada pelo próprio pai. e que depois tinha conseguido fugir.

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